quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Sensory Moon - Love Trees Project
No início era a Lua. Depois fomos seduzidos pela Floresta no esplendor de uma noite de luar. Mergulhei na noite escura de pinheiros altos e na cumplicidade prateada de um qualquer sentimento já familiar. A Lua guiou o toque, a floresta recebeu a luz, a magia da simplicidade de uma noite leve, tão leve, mas tão cristal. A Mata dos Medos abraçava-me e a vida fluia num só sopro. Era aquilo. Era eu. Num ápice criou-se um movimento de passos e mãos e sonhos que eram a minha alma a nu, em transparência, como se estivesse na sua casa. Uma tradução livre das linhas com que se escreve o meu silêncio e a energia selvagem e inquestionável daquela noite de uma lua mais que cheia. Uma lua que transbordou o que sou e que ficou para sempre gravada na partilha de um momento tão especial."
Ana Carina Sanches
Love Trees Project - I Love Trees Portugal by Zito Colaço
Participation Ana Sanches
www.lovetreesproject.blogspot.pt
www.bilma.pt
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Anita Feliz ao encontro das árvores do amor.
"Anita feliz.
Como se explica a sensação de fazer aquilo que nos faz feliz?
Procuram- se palavras que transmitam a sensação e escolhem se adjetivos, mas o que apetece é mostrar. É levar. É dizer: é isto. Respirar fundo e encher a alma de energia boa , nova , fresca. É partilhar momentos assim.
É a sorte de estar rodeada de amigos que vibram na mesma onda e o privilégio de locais mágicos já aqui ao lado . É o ir. Hoje. Agora.
O banho de natureza recarrega as baterias. A chuva não assusta. Os laços estreitam-se. E os sorrisos são genuínos. Obrigada."
Texto Ana Timoteo
Fotografias Zito e Paula
Texto Ana Timoteo
Fotografias Zito e Paula
sábado, 17 de setembro de 2016
sábado, 13 de agosto de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
25#I Love Trees Portugal - Junta-te a nós!
"We are branches of the same old tree" Árvore , tal como o ser humano começa por ser semente. Fixa-se à terra (Gaya) tal como um feto ao útero da sua mãe. Desenvolve-se. Expande-se. Expande as suas raízes (para baixo), expande os seus ramos e folhas (para cima). Assim deverá ser o ser humano, bem enraizado na terra e de consciência expandida para o Universo. A meu ver, por mais que as condições exteriores sejam adversas, a árvore e o Homem devem manter-se firmes nos desafios e provações. Pedras, fragmentos de minerais ou rocha que nos sustentam, que emanam sensação de poder e segurança. Embora resistentes, também se desgastam. ocorre-me fazer a analogia com o ser humano, mais uma vez....Para quê a rigidez de pensamento, de atitude se no final o desgaste nos vence. A pedra é dura mas também sofre desgaste. A pedra lembra-me a importância de se ser firme e coerente mas também da flexibilidade na vida. A minha experiência neste nobre projecto serviu para materializar em fotografia a conexão que já sinto a natureza, em especial com árvores, esses seres sábios! Obrigada Zito Colaço
Texto Teresa Peral
Fotografias Zito Colaço
quarta-feira, 20 de julho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Zito Colaço na região de Essounne, em França, a aprender umas "coisas" de fotografia e de árvores.
O meu obrigado a todos aqueles que tornaram esta minha visita relâmpago, muito amável e bastante produtiva. Muito obrigado Turismo de Essonne. Merci beaucoup!
21#I Love Trees Portugal - Junta-te a nós!
Esta sessão faz-me recordar o tema “Jardins Proibidos” (Paulo Gonzo), o tanto que guardamos e o que mais queremos guardar. Perante uma objectiva que desvenda, que revela, mistura-se o guardião com o guardado, o forte com o frágil, a segurança com a instabilidade. Somos feitos dessa seiva da verdade, mas jogamos “às escondidas” para fugir da fragilidade.
Sou dona do tempo, dona da floresta
Dona de tudo e dona de nada
Cabe-me cuidar sem ter, ser sem pertencer
Sei de guardar e proteger o que é meu sem meu ser.
Sei de agradecer
o sol que aquece
a árvore que resiste
o mar que alimenta
a natureza que a tudo assiste.
Existe amar sem despertar?
Texto Rita Nobre Luz
Fotografias Zito Colaço
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