segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Filme LOVE TREES terá os sons ORN SPIRIT
Filme LOVE TREES terá os sons ORN SPIRIT
O filme Love Trees, que nasce do projecto homónimo da Bilma, terá a banda sonora a cargo dos Orn Spirit – O Povo das Árvores. A banda de Sintra e a Bilma chegaram a acordo no passado dia 4 de Abril e lançar-se-ão ao trabalho para que, no mais curto espaço de tempo, o filme possa estar pronto e a ser exibido no circuito dos mais importantes festivais de cinema nacionais. Os Orn Spirit são formados por Gorian (didgeridoo, tilinko, tampura, baglama Saz, dan moi, voz e ambientes), Vidu (percussão, flautas, tin whisle, guitarra acústica, tampura, voz e ambientes) e Uroloki (bateria eléctrica, voz e guitarra acústica) e exploram, de forma eclética, a música como forma mais primária do ímpeto criativo humano, inspirado pela Natureza e fazendo uso dos instrumentos tradicionais das mais diversas culturas em torno do planeta.
Love Trees, o filme, dará, posteriormente, lugar a um livro.
Mais informações em www.ornspirit.com e www.bilma.biz
Texto Nuno Miguel Dias
Fotografias Zito Colaço
Exposição de Fotografia LoveTrees em Almada, Portugal.
A exposição de Fotografia LoveTrees, estará patente ao público de 01 de Janeiro a 30 de Junho de 2012, no bar Acerca da Noite, em Almada.
ACERCA DA NOITE BAR (21h30m às 02h)
Rua da Cerca, 1 Almada 2800-050 ALMADA
Contacto - 212744519
O bar Acerca da Noite é um dos bares históricos de Almada, merecendo está classificação não só por se situa em plena zona histórica da cidade, como pela sua antiguidade. Convidativo e acolhedor, é um dos espaços mais animados deste localidade da margem sul.
ACERCA DA NOITE BAR (21h30m às 02h)
Rua da Cerca, 1 Almada 2800-050 ALMADA
Contacto - 212744519
O bar Acerca da Noite é um dos bares históricos de Almada, merecendo está classificação não só por se situa em plena zona histórica da cidade, como pela sua antiguidade. Convidativo e acolhedor, é um dos espaços mais animados deste localidade da margem sul.
LOVETREES, film by Zito Colaço.
film by Zito Colaço
Argumento - Nuno Costa
Uma dor surda cresce na sombra. Lisboa já não é a cidade da luz diáfama, mas um labirinto trevoso sem fuga. A cidade, símbolo de progresso e civilização na tradição clássica, não passa hoje de um presídio de almas à deriva sujeitas à lei de Darwin, ao princípio sacrossanto de que só o mais forte sobreviverá. Uma náusea fria e cinzenta tolda os sentidos e depressa a confusão congnitiva e o vazio emocional tornam-se o cimento de um pânico crónico. Cimento real e metafórico que aprisiona corpo e espírito num colete de forças psíquico. Mas talvez haja um caminho de regresso à terra pura da liberdade. E para fazer o caminho é preciso atravessar uma ponte, onde as dúvidas e os medos acenam com os velhos fantasmas. Mas do outro lado da ponte, ultrapassando a vertigem do abismo, fechando os olhos e respirando fundo, abre-se um novo horizonte e insinua-se um sentido, tão fresco como uma manhã de primavera. na Mata dos Medos, pulmão verde da margem do sul do Tejo, onde as árvores são seres vivos e pulsantes (ao contrário dos espectros fantasmagóricos que habitam a cidade) dá-se o reencontro com Gaia, a grande Mãe. E com Eros, a pulsão primordial, e sexual, vivificante na presença misteriosa de uma mulher enigmática.
Afinal, a cidade podia ter tentado matar Deus e esvaziar os céus e a terra de sentido(Nietzsche dixit), mas o Amor não é facilmente aniquilável. E no regresso ao seio materno da natureza, o Amor faz-se anunciar de novo.
Só que, enquanto o Amor de Gaia, a Mata dos Medos, é estabilizador e aconchegante, o Amor de Eros, o misterioso vulto feminino, é imprevisível nos seus desígnios. E da mesma forma com que se faz anunciar sem aviso prévio, também pode eclipsar-se como uma miragem etérea que joga às escondidas com a volatilidade do desejo humano.
Fotografias Zito Colaço
Homem Árvore (Técnica utilizada - Desfoque).- LoveTreesProject by Zito Colaço
| HOMEM ÁRVORE (E o elefante). |
Um homem com uma doença rara, conhecido como "Homem-árvore", passou por uma operação para tirar os aglomerados de verrugas semelhantes a raízes de árvores. Dede Koswara, de 37 anos, e morador da ilha de Java, planeia agora casar, visto já poder usar as mãos e caminhar sem ter dores.
"O que eu quero primeiro é recuperar e encontrar um emprego. Um dia, posso conhecer uma mulher e casar-me. Quem sabe?", disse Koswara, ainda no hospital.
Na adolescência, quando se cortou no joelho, uma pequena verruga surgiu e espalhou-se de forma incontrolável. De acordo com o dermatologista americano Anthony Gaspari, que tomou conta do caso no ano passado, o indonésio sofre com uma variação do vírus do HPV, ou vírus do papiloma humano.
Uma das formas mais conhecidas de propagação da doença é pela relação sexual. Mas no caso de Dede, a doença se agravou por um problema genético do ex-pescador: seus anticorpos são incapazes de combater ou simplesmente deter o crescimento das verrugas.
No ano passado, Gaspari disse acreditar que um severo tratamento com vitamina A pode ajudar a determinar a origem do problema e gostaria de levar o indonésio aos Estados Unidos para estudar o caso.
Por causa da sua aparência, ele foi deixado pela sua primeira mulher e perdeu o emprego. Para poder alimentar os seus dois filhos, ele chegou a entrar para um show de horrores com outras vítimas de doenças estranhas.
Agora, depois de uma série de operações para cortar a pele crescida com aparência de árvore, ele pode ver o contorno dos dedos de seus pés novamente.
Ele também ficou viciado no jogo Sudoku agora que pode segurar uma caneta. Koswara espera retomar a sua vida normal após mais duas operações para enxertar pele em suas mãos, pés e rosto.
Fotografia Zito Colaço
LoveTreesProject
Golfinho - LoveTreesProject by Zito Colaço
GOLFINHOS
Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.
O comprimento das redes, além do necessário, assim como a poluição, também aumentam a predação.[1]
O principal motivo desta pesca é para alimentação, como um substituído para a carne de baleia, quando estas começaram a se tornar raras. Porém muitos golfinhos e orcas também são capturados para se tornarem "atrações" em parques aquáticos, sendo que muitos pescas são organizadas para este fim. Porém, mesmo nestas pescas que procuram capturar animais vivos, muitos golfinhos acabam mortos ou feridos, devido as técnicas usadas na captura, além disso, os animais que não servem para se tornarem "atrações" nos parques, acabam sacrificados para serem vendidos como carne de baleia. E mesmo os que "sobrevivem" a pesca, não estão garantidos, pois muitos não se adaptam à vida em cativeiro e acabam adoecendo ou mesmo morrendo, além de que a maioria dos parques marinhos não tem condições de suprir todas as necessidades destes animais.
Uma pesquisa realizada nos EUA também demonstrou que a longevidade destes animais decai muito em cativeiro. Para piorar a situação, a reprodução deles em cativeiro é quase impossível, o que torna a pesca de golfinhos "indispensável".
Entre 700 e 1,3 mil toninhas morrem anualmente em redes de pesca no estado brasileiro do Rio Grande do Sul e no Uruguai, segundo dados do Instituto de Oceanografia da FURG. Ameaçadas de extinção, elas estão classificadas como vulneráveis na lista vermelha da (IUCN).
O golfinho possui o extraordinário sentido da ecolocalização, trata-se de um sistema acústico que lhe permite obter informações sobre outros animais e o ambiente, pois consegue produzir sons de alta frequência ou ultra-sônicos, na faixa de 150 kHz, sob a forma de cliques ou estalidos. Esses sons são gerados pelo ar inspirado e expirado através de um órgão existente no alto da cabeça, os sacos nasais ou aéreos. Os sons provavelmente são controlados, amplificados e enviados à frente através de uma ampola cheia de óleo situada na nuca ou testa, o Melão, que dirige as ondas sonoras em feixe à frente, para o ambiente aquático. Esse ambiente favorece muito esse sentido, pois o som se propaga na água cinco vezes mais rápido do que no ar. A frequência desses estalidos é mais alta que a dos sons usados para comunicações e é diferente para cada espécie.
Quando o som atinge um objeto ou presa, parte é refletida de volta na forma de eco e é captado por um grande órgão adiposo ou tecido especial no seu maxilar inferior ou mandíbula, sendo os sons transmitidos ao ouvido interno ou médio e daí para o cérebro. Grande parte do cérebro está envolvida no processamento e na interpretação dessas informações acústicas geradas pela ecolocalização.
Assim que o eco é recebido, o golfinho gera outro estalido. Quanto mais perto está do objeto que examina, mais rápido é o eco e com mais frequência os estalidos são emitidos. O lapso temporal entre os estalidos permite ao golfinho identificar a distância que o separa do objeto ou presa em movimento. Pela continuidade deste processo, o golfinho consegue segui-los, sendo capaz de o fazer num ambiente com ruídos, de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e pode ecoar diferentes objetos simultaneamente.
A ecolocalização dos golfinhos, além de permitir saber a distancia do objeto e se o mesmo está em movimento ou não, permite saber a textura, a densidade e o tamanho do objeto ou presa. Esses fatores tornam a ecolocalização do golfinho muito superior a qualquer sonar eletrônico inventado pelo ser humano.A temperatura dele varia com a da água 28 a 30 °C.
Fotografia Zito Colaço
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Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.
Predadores
Os predadores dos golfinhos são os tubarões e principalmente o homem. Os pescadores de atuns, costumam procurar por golfinhos, que também os caçam, ocasião em que ocorre um mutualismo. O golfinho encontra o cardume e os pescadores jogam as redes aprisionando os peixes e deixam os golfinhos se alimentarem para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as espécies se beneficiam do alimento. Porém, muitas vezes, os golfinhos acabam se enroscando nas redes, podendo morrer.O comprimento das redes, além do necessário, assim como a poluição, também aumentam a predação.[1]
Pesca de golfinhos
Em muitos locais do mundo os golfinhos são pescados, sendo o Japão um dos principais países onde esta prática se mantém, embora os animais "pescados" neste país seja muitas vezes vendidos para outros países, principalmente China e EUA.O principal motivo desta pesca é para alimentação, como um substituído para a carne de baleia, quando estas começaram a se tornar raras. Porém muitos golfinhos e orcas também são capturados para se tornarem "atrações" em parques aquáticos, sendo que muitos pescas são organizadas para este fim. Porém, mesmo nestas pescas que procuram capturar animais vivos, muitos golfinhos acabam mortos ou feridos, devido as técnicas usadas na captura, além disso, os animais que não servem para se tornarem "atrações" nos parques, acabam sacrificados para serem vendidos como carne de baleia. E mesmo os que "sobrevivem" a pesca, não estão garantidos, pois muitos não se adaptam à vida em cativeiro e acabam adoecendo ou mesmo morrendo, além de que a maioria dos parques marinhos não tem condições de suprir todas as necessidades destes animais.
Uma pesquisa realizada nos EUA também demonstrou que a longevidade destes animais decai muito em cativeiro. Para piorar a situação, a reprodução deles em cativeiro é quase impossível, o que torna a pesca de golfinhos "indispensável".
Entre 700 e 1,3 mil toninhas morrem anualmente em redes de pesca no estado brasileiro do Rio Grande do Sul e no Uruguai, segundo dados do Instituto de Oceanografia da FURG. Ameaçadas de extinção, elas estão classificadas como vulneráveis na lista vermelha da (IUCN).
Alimentação
Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de peixes e lulas, mas alguns preferem moluscos e camarões. Muitos deles caçam em grupo e procuram os grandes cardumes de peixes. Cada espécie de peixe tem um ciclo anual de movimentos, e os golfinhos acompanham esses cardumes e por vezes parecem saber onde interceptá-los, provavelmente conseguem estas informações pela excreções químicas dos peixes, presentes na urina e nas fezes.Ecolocalização
Quando o som atinge um objeto ou presa, parte é refletida de volta na forma de eco e é captado por um grande órgão adiposo ou tecido especial no seu maxilar inferior ou mandíbula, sendo os sons transmitidos ao ouvido interno ou médio e daí para o cérebro. Grande parte do cérebro está envolvida no processamento e na interpretação dessas informações acústicas geradas pela ecolocalização.
Assim que o eco é recebido, o golfinho gera outro estalido. Quanto mais perto está do objeto que examina, mais rápido é o eco e com mais frequência os estalidos são emitidos. O lapso temporal entre os estalidos permite ao golfinho identificar a distância que o separa do objeto ou presa em movimento. Pela continuidade deste processo, o golfinho consegue segui-los, sendo capaz de o fazer num ambiente com ruídos, de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e pode ecoar diferentes objetos simultaneamente.
A ecolocalização dos golfinhos, além de permitir saber a distancia do objeto e se o mesmo está em movimento ou não, permite saber a textura, a densidade e o tamanho do objeto ou presa. Esses fatores tornam a ecolocalização do golfinho muito superior a qualquer sonar eletrônico inventado pelo ser humano.A temperatura dele varia com a da água 28 a 30 °C.
Sono
Os golfinhos por serem mamíferos e apresentarem respiração pulmonar devem constantemente realizar a hematose a partir do oxigênio presente na atmosfera, tal fato obriga os golfinhos e muitos outros animais aquáticos dotados de respiração pulmonar a subirem constantemente à superfície. Uma das consequências desta condição é o sono baseado no princípio da alternação dos hemisférios cerebrais no qual somente um hemisfério cerebral torna-se inconsciente enquanto o outro hemisfério permanece consciente, capacitando a obtenção do oxigênio da superfície.Fotografia Zito Colaço
LoveTreesProject
AlienTree, a árvore extraterrestre - LoveTreesProject by Zito Colaço
Alien (no Brasil, Alien, o 8º Passageiro e em Portugal, Alien - O Oitavo Passageiro) é um filme americano de 1979 dirigido por Ridley Scott e estrelado por Tom Skerritt, Sigourney Weaver, Veronica Cartwright, Harry Dean Stanton, John Hurt, Ian Holm e Yaphet Kotto. O título do filme refere-se ao antagonista primário: uma criatura alienígena altamente agressiva que persegue e mata a tripulação de uma nave espacial. Dan O'Bannon escreveu o roteiro do filme baseado em uma história criada por ele e por Ronald Shusett, tirando inspiração de trabalhos anteriores de ficção científica e terror. O filme foi produzido pela Brandywine Productions e distribuído pela 20th Century Fox, com os produtores David Giler e Walter Hill fazendo revisões e adições significativas no roteiro. O Alien e seus elementos acompanhantes foram criados pelo pintor surrealista H. R. Giger, enquanto Ron Cobb e Chris Foss criaram os aspectos humanos do filme.
Alien foi aclamado pela crítica e foi um sucesso de bilheteria, recebendo o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, os Saturn Awards de Melhor Filme de Ficção Científica, Melhor Direção para Scott e Melhor Atriz Coadjuvante para Cartwright, o Hugo Award de Melhor Apresentação Dramática junto com várias indicações. Permaneceu muito elogiado nas décadas seguintes, sendo escolido para preservação em 2002 pelo National Film Registry da Biblioteca do Congresso, sendo considerado um filme "culturalmente, historicamente, ou esteticamente significante".
O sucesso de Alien criou uma franquia de livros, quadrinhos, jogos e brinquedos, como também três sequências e duas prequências. Também lançou a carreira de atriz de Weaver, dando a ela seu primeiro papel principal, e a história dos encontros de Ripley com os alienígenas se tornou a base para as histórias das sequências: Aliens (1986), Alien 3 (1992) e Alien Resurrection (1997).
EXTRATERRESTRE ou extraterreno refere-se a tudo que é de fora do planeta Terra. A expressão comumente designa outros planetas, e os seres vivos, inteligentes ou não, que vivam lá.
O estudo do fenômeno extraterrestre evoluiu muito nas últimas décadas com o crescimento do interesse da população pela vida fora do planeta Terra. A ufologia é o nome popular utilizado para o estudo de indícios de vida fora do planeta. O nome academicamente aceito é "exobiologia".
A literatura, o cinema e a televisão já exploraram muito a possibilidade de contato com seres inteligentes de outros planetas (chamados de ETs), porém muitas vezes estimulando a idéia de um contato hostil causando o protesto de alguns ufólogos. Devido a essa influência negativa da mídia, boa parte da população teme um contato com seres extraterrestres.
A ciência que se ocupa da vida fora da Terra chama-se Exobiologia.
No Brasil e em Portugal usa-se a sigla OVNI para designar Objeto Voador Não-Identificado, equivalente ao inglês UFO que é Unidentified Flying Object. Muitas pessoas acreditam que a aparição desses objetos seja a prova não apenas da existência de vida extraterrestre, mas também de que seres de outros planetas visitem o nosso. Os pesquisadores dessas aparições são chamados de ovniologistas ou ufólogos.
Há muitos relatos mundo a fora de possíveis contatos com seres de outro planetas. Alguns acabam por coincidirem, propositalmente ou não (relatos mais antigos podem gerar embasamento para possíveis relatos mais novos) tratando como são, como agem e alguns aspectos físicos. Veridicamente ou não, tais relatos sempre afirmam o seu poder intelectual admirável, ferramentas e equipamentos avançados em questão de tecnologia, e quase sempre apresentam as mesmas características físicas, estatura inferior á 1,50 m, membros e cabeça desproporcional ao corpo, narinas mínimas, cor de pele com tonalidade marcante sendo verdes, cinzas com olhos extremamente grandes e linguagens incompreensíveis.
Apesar dos muitos relatos de contatos humanos com supostos extraterrestres, muitos estudiosos ainda questionam sobre sua veracidade. Entre as justificativas mais plausíveis, seria no que se diz respeito as dimensões do Universo e a capacidade de seres inteligentes se locomoverem em viagens intergaláticas incomensuráveis. Seria necessário veículos que viajassem em velocidade próxima a da luz (300 000 quilômetros por segundo), numa espaçonave onde seus tripulantes deveriam procriar centenas de vezes até chegar ao seu destino; tudo isso, sob a parametrização de que todo espaço percorrido só teria relevância na escala de centenas de anos luz.
Casos
- Um fato histórico de grande relevância pelos estudiosos do assunto é o Caso Roswell, em 1947, onde supostamente houve uma queda de um disco voador de origem extraterrestre na cidade norte-americana de Roswell, sendo capturado(s) o(s) ser(es) ainda com vida. O governo americano, após admitir a queda do equipamento, desmentiu afirmando que seriam balões meteorológicos.
- No Brasil, o Caso Varginha, em 1996, é considerado por muitos ufólogos o mais importante de todos. Em torno de três seres supostamente foram capturados na cidade mineira que batiza o suposto fato e levados para a Universidade de Campinas. O fato é intrigante, visto que as testemunhas ao longo dos dias foram numerosas.
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A Serpente - LoveTreesProject by Zito Colaço
Serpente (zodíaco)
Nu Kua, deusa-serpente da mitologia chinesa.
Atributos
Intelectuais, perspicazes, passionais e de vez em quando, temidos. As mulheres são conhecidas por seu cérebro e beleza. Tipos-serpente também gostam de dar a impressão de que sabem mais sobre um assunto do que pretendem divulgar, e enquanto um senso estrito de propriedade lhes previne de contar mentiras, não são contra fazer jogo duplo quando isso lhes interessa. Sua habilidade em colher informações sugere uma aptidão para pesquisa, detecção ou trabalho acadêmico, áreas que deverão satisfazer seu cérebro analítico. Atividades sociais ou domésticas geralmente precisarão serem talhadas para levar em conta sua poderosa sensualidade.Tipos de Serpente
- Metal: opiniosos, egoístas, esforçados, têm dificuldade em receber críticas. Possuem poderosa força de vontade e farão qualquer coisa para realizar suas ambições.
- Madeira: imaginativos, criativos, amigáveis, usam seus relacionamentos pessoais para atingirem seus objetivos; "paciência" os levará ao sucesso.
- Água: introvertidos, bem-humorados, calmos, gentis e honrados, mas sua falta de ambição e entusiasmo resultam de estarem despreparados para tirar o melhor das oportunidades que se apresentam.
- Fogo: personalidade forte e geniosa, sem se importar com as conseqüências oriundas de suas más ações. "Vá devagar e pense duas vezes" para conseguir mais amigos.
- Terra: amigável, conservador, sonhador, mas com dificuldade em aceitar mudanças.
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Polvo Marinho - LoveTreesProject by Zito Colaço
POLVO MARINHO
Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa "oito pés". Possuem oito braços com fortes ventosas dispostos à volta da boca. Como o resto dos cefalópodes, o polvo tem um corpo mole mas não tem esqueleto interno (como as lulas possuem) nem externo (como o nautilus). Como meios de defesa, o polvo possui a capacidade de largar tinta, camuflagem (conseguida através dos cromatóforos) e autotomia de seus braços.
Os polvos não possuem tentáculos, mas sim 8 braços, ao contrário das lulas e sépias que, além dos 8 braços, possuem 2 tentáculos, que actuam na hora da reprodução. Dado que os seus membros são usados na locomoção, também se pode referir aos polvos como octópodes, que têm 8 pés à semelhança do argonauta.
Todos os polvos são predadores e alimentam-se de peixes, crustáceos e invertebrados, que caçam com os braços e matam com o bico quitinoso. Para auxiliar à caça, os polvos desenvolveram visão binocular e olhos com estrutura semelhante à do órgão de visão do ser humano, que têm percepção de cor.
A maioria dos polvos são capazes de liberar uma densa nuvem de tinta, que os ajudam a escapar de predadores. A principal substância da tinta é composta por melanina que também dá a coloração dos cabelos e pele dos seres humanos. A nuvem de tinta também possui cheiro, sendo capaz de confundir predadores como tubarões que dependem muito do olfato para localizar a presa.
A camuflagem dos polvos é obtida através de algumas células especializadas de sua pele, podendo alterar a cor aparente e a opacidade de sua epiderme. Cromatóforos contém pigmentos de cores como amarelo, laranja, vermelho, marrom e preto; a maioria das espécies possuem três desses pigmentos, embora algumas espécies tenham dois ou quatro. Outra característica de mudança de cor é obtida através de alteração da refletividade de células iridoforas e leucoforas (branca). A capacidade de mudança de cor também serve para alertar outros polvos sobre o perigo de ataque de um predador. O polvo de anéis azuis pode se tornar de um amarelo intenso com anéis azuis quando provocado.
Alguns polvos, quando ameaçados, têm a capacidade de autotomia dos braços de forma semelhante às lagartixas que podem liberar suas caudas. Os braços liberados servem como distrativos para os predadores em sua caça.
Polvos de poucas espécies, como o Thaumoctopus mimicus, têm um quarto mecanismo de defesa. Eles conseguem combinar a alta flexibilidade de seus corpos com a mudança de coloração imitando outros animais mais perigosos como o peixe-leão, cobras-do-mar e moréias. Também são capazes de alterar sua textura a fim de atingir uma camuflagem imitando pedras e algas.
Polvos também têm um apurado sentido de toque físico. As suas ventosas são equipadas com quimioreceptores de forma que os polvos podem sentir o gosto do objeto que estão tocando. Seus braços contém sensores de tensão, permitindo-os saber o quanto eles estão distentidos, embora tenham pouca percepção de posicionamento espacial nesses movimentos: os receptores de tensão são insuficientes para que ele saiba corretamente a posição de seus braços. Por ser um invertebrado fica pouco claro qual a capacidade cerebral necessária para permitir uma correta percepção do posicionamento de seus braços; a flexibilidade de seus braços é muito maior que a língua dos vertebrados. Como resultado os polvos tem um fraco sentido em reconhecer a forma dos objetos tocados. Ele consegue perceber as texturas dos objetos tocados mas não conseguem integrar, pelo tato, essas informações num objeto maior.
A autonomia neurológica de seus braços faz com que os polvos tenham grandes dificuldades de aprendizagem na orientação de sua locomoção. Não há uma precisão desses movimentos tanto no posicionamento preciso de seus braços nem uma retroalimentação precisa de seus movimentos. O único meio preciso de coordenação de seus movimentos e locomoção dá-se através da observação visual.
Fotografia Zito Colaço
LoveTreesProject
Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa "oito pés". Possuem oito braços com fortes ventosas dispostos à volta da boca. Como o resto dos cefalópodes, o polvo tem um corpo mole mas não tem esqueleto interno (como as lulas possuem) nem externo (como o nautilus). Como meios de defesa, o polvo possui a capacidade de largar tinta, camuflagem (conseguida através dos cromatóforos) e autotomia de seus braços.
Os polvos não possuem tentáculos, mas sim 8 braços, ao contrário das lulas e sépias que, além dos 8 braços, possuem 2 tentáculos, que actuam na hora da reprodução. Dado que os seus membros são usados na locomoção, também se pode referir aos polvos como octópodes, que têm 8 pés à semelhança do argonauta.
Todos os polvos são predadores e alimentam-se de peixes, crustáceos e invertebrados, que caçam com os braços e matam com o bico quitinoso. Para auxiliar à caça, os polvos desenvolveram visão binocular e olhos com estrutura semelhante à do órgão de visão do ser humano, que têm percepção de cor.
Defesa
Principalmente conhecidos pela capacidade de liberar uma tinta quando em fuga, os polvos possuem três mecanismos típicos de defesa: glândulas de tinta, camuflagem e autotomia dos braços.A maioria dos polvos são capazes de liberar uma densa nuvem de tinta, que os ajudam a escapar de predadores. A principal substância da tinta é composta por melanina que também dá a coloração dos cabelos e pele dos seres humanos. A nuvem de tinta também possui cheiro, sendo capaz de confundir predadores como tubarões que dependem muito do olfato para localizar a presa.
A camuflagem dos polvos é obtida através de algumas células especializadas de sua pele, podendo alterar a cor aparente e a opacidade de sua epiderme. Cromatóforos contém pigmentos de cores como amarelo, laranja, vermelho, marrom e preto; a maioria das espécies possuem três desses pigmentos, embora algumas espécies tenham dois ou quatro. Outra característica de mudança de cor é obtida através de alteração da refletividade de células iridoforas e leucoforas (branca). A capacidade de mudança de cor também serve para alertar outros polvos sobre o perigo de ataque de um predador. O polvo de anéis azuis pode se tornar de um amarelo intenso com anéis azuis quando provocado.
Alguns polvos, quando ameaçados, têm a capacidade de autotomia dos braços de forma semelhante às lagartixas que podem liberar suas caudas. Os braços liberados servem como distrativos para os predadores em sua caça.
Polvos de poucas espécies, como o Thaumoctopus mimicus, têm um quarto mecanismo de defesa. Eles conseguem combinar a alta flexibilidade de seus corpos com a mudança de coloração imitando outros animais mais perigosos como o peixe-leão, cobras-do-mar e moréias. Também são capazes de alterar sua textura a fim de atingir uma camuflagem imitando pedras e algas.
Reprodução
A reprodução é sexuada e inicia-se com um ritual de acasalamento que pode durar várias horas ou dias. Biólogos consideram que quando a fêmea está pronta para a fecundação ela libera um feromônio sexual, que além de atrativo, previne que o parceiro sexual as devore (o canibalismo é comum em várias espécies de polvos). A fêmea pode ser fecundada por um ou mais parceiros sexuais nesse período. Quando aceito pela fêmea, os espermatozóides do polvo macho são introduzidos, na forma de espermatóforos, através de dois braços especializados, chamados de hectocotylus. O polvo macho morre num período de alguns meses após a cópula. A fêmea, após a fecundação, pode guardar os espermatozóides por semanas até que os óvulos estejam maduros. Dependendo da espécie, a fêmea deposita os ovos fecundados num "ninho" em fileiras ou isoladamente que podem atingir até 200.000 ovos. Durante a maturação dos ovos, a fêmea cuida deles, evitando que algas e outros organismos os ataquem. Ela também facilita a circulação de correntes de água a fim de que os óvulos recebam oxigenação suficiente. Durante esse período a fêmea não se alimenta e normalmente morre pouco depois dos ovos eclodirem.[2] Depois dos ovos eclodirem, os filhotes vivem numa fase paralarvae. Nessa fase eles alimentam-se de pequenos animais do plâncton tais como copépodes, e larvas de caranguejos e estrelas-do-mar. Nessa fase integram a cadeia alimentar de seres vivos maiores como águas-vivas e baleias. Depois da fase paralarvae, quando os filhotes tornam-se maiores, deixam a superfície dos mares, tornando-se adultos no fundo dos mares, em baixas profundidades.Órgãos sensoriais
Polvos tem uma boa acuidade visual. Apesar de suas pupilas terem o formato de linha, levando a acreditar que sofram de astigmatismo, sua visão aparenta não sofrer de problemas de intensidade da luz em seu habitat. Acredita-se que eles não tenham visão em cores embora consigam distinguir a polarização da luz. Atrelados ao cérebro existem dois órgãos especiais, chamados de estatocistos, que permitem o sentido de orientação horizontal. O sistema nervoso automático mantém a fenda das pupilas sempre na posição horizontal.Polvos também têm um apurado sentido de toque físico. As suas ventosas são equipadas com quimioreceptores de forma que os polvos podem sentir o gosto do objeto que estão tocando. Seus braços contém sensores de tensão, permitindo-os saber o quanto eles estão distentidos, embora tenham pouca percepção de posicionamento espacial nesses movimentos: os receptores de tensão são insuficientes para que ele saiba corretamente a posição de seus braços. Por ser um invertebrado fica pouco claro qual a capacidade cerebral necessária para permitir uma correta percepção do posicionamento de seus braços; a flexibilidade de seus braços é muito maior que a língua dos vertebrados. Como resultado os polvos tem um fraco sentido em reconhecer a forma dos objetos tocados. Ele consegue perceber as texturas dos objetos tocados mas não conseguem integrar, pelo tato, essas informações num objeto maior.
A autonomia neurológica de seus braços faz com que os polvos tenham grandes dificuldades de aprendizagem na orientação de sua locomoção. Não há uma precisão desses movimentos tanto no posicionamento preciso de seus braços nem uma retroalimentação precisa de seus movimentos. O único meio preciso de coordenação de seus movimentos e locomoção dá-se através da observação visual.
Fotografia Zito Colaço
LoveTreesProject
Hipopótamo da Mata dos Medos - LoveTreesProject by Zito Colaço
UM SAFARI PELAS ÁRVORES DO AMOR
Se já tem par, o passeio Lovetrees pode ser duplamente romântico. Se está solteiro, venha apaixonar-se pelas árvores da Mata dos Medos e, quem sabe, encontrar a sua cara-metade, sugere Catarina Mendonça Ferreira. Esta história não começa bem, mas tem um final feliz. Em 2005, Zito Colaço, fotógrafo profissional, teve uma depressão grave e teve de encontrar uma saída. Calhou ir à Alemanha, onde consultou um médico que deitou toda a medicação que lhe tinham receitado em Portugal para o lixo e lhe recomendou fazer desporto. “Chegado a Portugal, comecei a pensar no que é que podia encaixar no tempo livre que a minha profissão de fotógrafo me deixava disponível e lembrei-me de fazer caminhadas. Desta forma voltei a pegar no meu sonho de criança de ser fotógrafo da National Geographic e comecei a fazer caminhadas na natureza, aliando desporto e fotografia.
Há quem encontre ajuda para sair de uma depressão na religião, Zito Colaço não precisou de ir tão longe, encontrou-a na natureza e na mata de pinheiros-mansos da Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos, parte integrante da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica. Quando se sentia em baixo, ia para lá andar a pé com a máquina fotográfica. Começou por fotografar o que era mais comum: paisagens, animais, flores... Depois focou-se nas árvores e imaginava-lhes formas e nomes. Havia uma sereia, árvores a namorar e em forma de coração. Resumindo, tudo muito em volta do tema do amor. Aqui nasce a vontade de lançar um livro fotográfico sobre estas árvores, a que chamou de LoveTrees.
Mais tarde, em conjunto com um amigo, criou o Grupo de Caminhadas Ao Pé do Mundo e um passeio pedestre pela mata que se realiza no dia dos namorados, uma forma simbólica de se entrar na natureza. “Não vamos mostrar o passarinho X ou a flor Y, mas árvores com certas características que funcionam como a atracção da Mata. É como ir ao Kruger Park e ver os Big Five (leões, elefantes, rinocerontes, búfalos e leopardos), só que aqui as pessoas vêem árvores com formas peculiares e muitas até se assemelham a animais.” Um fenómeno que nada tem de paranormal. É facilmente explicado pelo vento que bate na arriba, obrigando as árvores a defenderem-se, tomando formas diferentes. “Tenho mais de 200 fotografadas e em 50 por cento dos casos é possível olhar para elas e perceber qual é o animal que a sua forma sugere. É daqui que surgem as histórias que compõem este passeio”, explica o fotógrafo.
É aconselhado aos participantes que levem máquina fotográfica para reforçar a ideia de safari fotográfico. “Assim já não cedem à tentação de levar nada que faça falta ao ecossistema, como souvenir”, brinca.
Este não será um passeio igual a tantos outros. Quando o assunto é amor, tem de haver alguma entrega. Não existe um guia oficial, mas um orientador, e nada será dado de mão beijada. Pelo contrário: todos os participantes serão estimulados de forma a encontrarem eles próprios pontos de interesse.
Predispor as pessoas a amar e conservar a natureza é um dos objectivos deste passeio. No fundo, funciona como um truque para despertar esse instinto de protecção e de respeito pela natureza, sem que nada seja forçado.
O 2º Passeio Pedestre Lovetrees realiza-se na terça-feira na Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos, parte integrante da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica. Não tem inscrição e é gratuito, basta aparecer pelas 21.00 e juntar-se ao grupo que vai estar no Parque de Merendas à entrada da Praia da Fonte da Telha, junto à G.N.R.
Como chegar: nos últimos semáforos da via rápida da Costa da Caparica, virar à esquerda, direcção Praia da Fonte da Telha e seguir sempre em frente até à Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos/Praia Fonte da Telha.
Fotografia Zito Colaço
Se já tem par, o passeio Lovetrees pode ser duplamente romântico. Se está solteiro, venha apaixonar-se pelas árvores da Mata dos Medos e, quem sabe, encontrar a sua cara-metade, sugere Catarina Mendonça Ferreira. Esta história não começa bem, mas tem um final feliz. Em 2005, Zito Colaço, fotógrafo profissional, teve uma depressão grave e teve de encontrar uma saída. Calhou ir à Alemanha, onde consultou um médico que deitou toda a medicação que lhe tinham receitado em Portugal para o lixo e lhe recomendou fazer desporto. “Chegado a Portugal, comecei a pensar no que é que podia encaixar no tempo livre que a minha profissão de fotógrafo me deixava disponível e lembrei-me de fazer caminhadas. Desta forma voltei a pegar no meu sonho de criança de ser fotógrafo da National Geographic e comecei a fazer caminhadas na natureza, aliando desporto e fotografia.
Há quem encontre ajuda para sair de uma depressão na religião, Zito Colaço não precisou de ir tão longe, encontrou-a na natureza e na mata de pinheiros-mansos da Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos, parte integrante da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica. Quando se sentia em baixo, ia para lá andar a pé com a máquina fotográfica. Começou por fotografar o que era mais comum: paisagens, animais, flores... Depois focou-se nas árvores e imaginava-lhes formas e nomes. Havia uma sereia, árvores a namorar e em forma de coração. Resumindo, tudo muito em volta do tema do amor. Aqui nasce a vontade de lançar um livro fotográfico sobre estas árvores, a que chamou de LoveTrees.
Mais tarde, em conjunto com um amigo, criou o Grupo de Caminhadas Ao Pé do Mundo e um passeio pedestre pela mata que se realiza no dia dos namorados, uma forma simbólica de se entrar na natureza. “Não vamos mostrar o passarinho X ou a flor Y, mas árvores com certas características que funcionam como a atracção da Mata. É como ir ao Kruger Park e ver os Big Five (leões, elefantes, rinocerontes, búfalos e leopardos), só que aqui as pessoas vêem árvores com formas peculiares e muitas até se assemelham a animais.” Um fenómeno que nada tem de paranormal. É facilmente explicado pelo vento que bate na arriba, obrigando as árvores a defenderem-se, tomando formas diferentes. “Tenho mais de 200 fotografadas e em 50 por cento dos casos é possível olhar para elas e perceber qual é o animal que a sua forma sugere. É daqui que surgem as histórias que compõem este passeio”, explica o fotógrafo.
É aconselhado aos participantes que levem máquina fotográfica para reforçar a ideia de safari fotográfico. “Assim já não cedem à tentação de levar nada que faça falta ao ecossistema, como souvenir”, brinca.
Este não será um passeio igual a tantos outros. Quando o assunto é amor, tem de haver alguma entrega. Não existe um guia oficial, mas um orientador, e nada será dado de mão beijada. Pelo contrário: todos os participantes serão estimulados de forma a encontrarem eles próprios pontos de interesse.
Predispor as pessoas a amar e conservar a natureza é um dos objectivos deste passeio. No fundo, funciona como um truque para despertar esse instinto de protecção e de respeito pela natureza, sem que nada seja forçado.
O 2º Passeio Pedestre Lovetrees realiza-se na terça-feira na Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos, parte integrante da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica. Não tem inscrição e é gratuito, basta aparecer pelas 21.00 e juntar-se ao grupo que vai estar no Parque de Merendas à entrada da Praia da Fonte da Telha, junto à G.N.R.
Como chegar: nos últimos semáforos da via rápida da Costa da Caparica, virar à esquerda, direcção Praia da Fonte da Telha e seguir sempre em frente até à Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos/Praia Fonte da Telha.
Fotografia Zito Colaço
domingo, 29 de janeiro de 2012
O Galo da Mata dos Medos - LoveTreesProject by Zito Colaço
LENDAS
Segundo a lenda, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem."
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Virgem Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos.
Fotografia Zito Colaço
sábado, 28 de janeiro de 2012
Era uma vez um rato, um coelho e uma raposa...
Rato
Coelho
Raposa
O Lugar Desconhecido - Últimos Contos da Mata dos Medos de Álvaro Magalhães
O Amor, seja lá o que isso for, chegou à Mata dos Medos.
O Rato Apaixonado, que anda a ver se apanha a Lua para oferecer à sua namorada (e acreditem que vai conseguir), diz que o «Amor é o Lugar Desconhecido, onde tudo pode acontecer».
E, de um modo ou de outro, todos acabam por lá chegar. Por fim, até o Chapim. Um mar de paixões, cheio de euforias e confusões, vai assim agitar a Mata dos Medos. E nada voltará a ser o que era nesta paisagem de dunas, arribas e oceano, onde podemos desfrutar do magnífico espectáculo natural que Almada a todos oferece.
Mata dos Medos é um lugar pra lá do oceano, onde se lê a vida de outra forma. Medo mesmo não é medo. É, em português lusitano, médo, assim com “e” aberto. E significa montes de areia que o vento forma nas praias, mais precisamente numa faixa litorânea entre Almada e Sesimbra.
O livro é um carinho que reúne personagens distintos e mensagens encantadoras. A começar pelo Ouriço, quase um preguiçoso que, no fundo, descobrimos se tratar de uma pessoa que simplesmente não abre mão do seu tempo. É assim seu “olarilolé”.
Não fazer nada,
não ir a lado nenhum,
não pensar nisso sequer,
que bom que é.
Olarilolé!
O sol a aquecer,
as coisas a acontecer,
e, no meio de tudo isso,
um lindo ouriço
sem ter nada que fazer
a não ser ouriçar
de barriga para o ar.
A história toda começa com o Coelho, que tinha uma letra danada de entender. Bastou deixar um bilhete na porta, que dizia: “Fui procurar folhas”, para o “f” virar “r” e o veredicto ser: Coelho teria saído atrás de rolhas para construir um colete salva-vidas. Medroso que era, tinha medo de o mar inundar a mata e acabar com tudo. (Viu só a confusão da turma?).
Tudo se desenrola com verdades próprias, longe do que o Coelho pudera imaginar. Toupeira é um sábio, a Lagarta uma processionária, pequenina que vive em fila para o trabalho. E Chapim, um passarinho ocupado que vai de um lado pro outro sem parar (inclusive para pensar na vida).
Pensar na vida, inclusive, é como fazer perguntas sem respostas. Mas eles adoram discutir a felicidade, o que atormenta o passarinho. Como uma espécie de pesadelo, ele enxerga a pergunta “Você é feliz” em todos os lugares que seus olhos alcançam. “Para o Ouriço, a felicidade é apreciar a vida e não fazer nada. Para o Coelho, é encontrar muitas coisas. Para a Pequenita, é poder voar. Para a Touperia, é cavar um bom túnel e depois ler um bom livro”. Só ele, pobrezinho, não sabe o que possa ser.
O livro continua cheio de sensibilidade e as histórias passam por capítulos em que a relação de amizade é reforçada da melhor maneira posssível, acompanhando, sutilmente, a troca das estações do ano. Até que chega o inverno e com ele uma noite tempestuosa, fria e horrenda…
O final, se é que o livro termina, eu não vou contar. Para isso, você vai ter de ler as palavras do autor português Álvaro Magalhães, nessa obra linda editada pela SM e ilustrada por Cristina Valadas – cujos desenhos, graciosos, parecem ter saído de um caderno de criança.
Ah, e só para fechar… Eu adoro de um jeito especial um diálogo entre o Coelho e a Lagarta. Vai ver é porque fala justamente dos livros, dos papéis, de como as histórias entram e saem da gente. De como a poesia, essa sim, sempre cai bem…
– Pois é. Quando vires um livro, lembra-te de que há nele a carne e o sangue de uma árvore.
– Pode ser – concordou o Coelho. – O problema é que eu não vejo estes livros como livros, mas como Cadeiras Muito Úteis, Sofás Muito Úteis, Mesas Muito Úteis.
– Se nos esquecermos disso, são apenas livros. E comem-se – disse a Pequenita.
– Papel tenrinho, sem umidade. Um livro bem escrito tem sempre melhor sabor, porque alguns são intragáveis. Aquela Mesa Muito Útil, por exemplo, comi ontem um bocado dela e tinha palavras estragadas. Vomitei páginas inteiras, as piores, as que me deram a volta à barriga. A poesia, normalmente, cai bem no estômago, enquanto a História, por exemplo, é bem indigesta. Romances, histórias de amor, grandes aventuras, disso é que eu gosto. Tantos personagens deliciosos que eu conheci. Aconteça o que acontecer, no final vão todos para o céu da minha boca.
– Parece impossível – disse o Coelho. – Devoraste essa gente toda. Não te sentes pesada?
– Nem um pouco. Mesmo os maus agradaram-me. Alguns, foi a primeira vez que gostei deles.
O Coelho já estava a sentir comichões e afastou-se mais. Depois, perguntou:
– Já comeste algum livro que fale do dia em que o mar invadiu a mata?
– Que livro é?
– Não sei.
– Já comi umas páginas de O velho e o mar. Será esse?
– Falava do mar a invadir a Mata dos Medos?
– Não me lembro, mas acho que não.
Vai ver também é porque, mesmo falando de histórias, não dá pra citar O Velho e o Mar sem ao menos rever esta belíssima versão de Alexander Petrov (que em 2000 levou o Oscar de melhor curta de animação). E que, de certa forma, tem tudo a ver com a Mata dos Medos, desta vez sem o “é” aberto. Não?
O Rato Apaixonado, que anda a ver se apanha a Lua para oferecer à sua namorada (e acreditem que vai conseguir), diz que o «Amor é o Lugar Desconhecido, onde tudo pode acontecer».
E, de um modo ou de outro, todos acabam por lá chegar. Por fim, até o Chapim. Um mar de paixões, cheio de euforias e confusões, vai assim agitar a Mata dos Medos. E nada voltará a ser o que era nesta paisagem de dunas, arribas e oceano, onde podemos desfrutar do magnífico espectáculo natural que Almada a todos oferece.
Mata dos Medos é um lugar pra lá do oceano, onde se lê a vida de outra forma. Medo mesmo não é medo. É, em português lusitano, médo, assim com “e” aberto. E significa montes de areia que o vento forma nas praias, mais precisamente numa faixa litorânea entre Almada e Sesimbra.
O livro é um carinho que reúne personagens distintos e mensagens encantadoras. A começar pelo Ouriço, quase um preguiçoso que, no fundo, descobrimos se tratar de uma pessoa que simplesmente não abre mão do seu tempo. É assim seu “olarilolé”.
Não fazer nada,
não ir a lado nenhum,
não pensar nisso sequer,
que bom que é.
Olarilolé!
O sol a aquecer,
as coisas a acontecer,
e, no meio de tudo isso,
um lindo ouriço
sem ter nada que fazer
a não ser ouriçar
de barriga para o ar.
A história toda começa com o Coelho, que tinha uma letra danada de entender. Bastou deixar um bilhete na porta, que dizia: “Fui procurar folhas”, para o “f” virar “r” e o veredicto ser: Coelho teria saído atrás de rolhas para construir um colete salva-vidas. Medroso que era, tinha medo de o mar inundar a mata e acabar com tudo. (Viu só a confusão da turma?).
Tudo se desenrola com verdades próprias, longe do que o Coelho pudera imaginar. Toupeira é um sábio, a Lagarta uma processionária, pequenina que vive em fila para o trabalho. E Chapim, um passarinho ocupado que vai de um lado pro outro sem parar (inclusive para pensar na vida).
Pensar na vida, inclusive, é como fazer perguntas sem respostas. Mas eles adoram discutir a felicidade, o que atormenta o passarinho. Como uma espécie de pesadelo, ele enxerga a pergunta “Você é feliz” em todos os lugares que seus olhos alcançam. “Para o Ouriço, a felicidade é apreciar a vida e não fazer nada. Para o Coelho, é encontrar muitas coisas. Para a Pequenita, é poder voar. Para a Touperia, é cavar um bom túnel e depois ler um bom livro”. Só ele, pobrezinho, não sabe o que possa ser.
O livro continua cheio de sensibilidade e as histórias passam por capítulos em que a relação de amizade é reforçada da melhor maneira posssível, acompanhando, sutilmente, a troca das estações do ano. Até que chega o inverno e com ele uma noite tempestuosa, fria e horrenda…
O final, se é que o livro termina, eu não vou contar. Para isso, você vai ter de ler as palavras do autor português Álvaro Magalhães, nessa obra linda editada pela SM e ilustrada por Cristina Valadas – cujos desenhos, graciosos, parecem ter saído de um caderno de criança.
Ah, e só para fechar… Eu adoro de um jeito especial um diálogo entre o Coelho e a Lagarta. Vai ver é porque fala justamente dos livros, dos papéis, de como as histórias entram e saem da gente. De como a poesia, essa sim, sempre cai bem…
– Pois é. Quando vires um livro, lembra-te de que há nele a carne e o sangue de uma árvore.
– Pode ser – concordou o Coelho. – O problema é que eu não vejo estes livros como livros, mas como Cadeiras Muito Úteis, Sofás Muito Úteis, Mesas Muito Úteis.
– Se nos esquecermos disso, são apenas livros. E comem-se – disse a Pequenita.
– Papel tenrinho, sem umidade. Um livro bem escrito tem sempre melhor sabor, porque alguns são intragáveis. Aquela Mesa Muito Útil, por exemplo, comi ontem um bocado dela e tinha palavras estragadas. Vomitei páginas inteiras, as piores, as que me deram a volta à barriga. A poesia, normalmente, cai bem no estômago, enquanto a História, por exemplo, é bem indigesta. Romances, histórias de amor, grandes aventuras, disso é que eu gosto. Tantos personagens deliciosos que eu conheci. Aconteça o que acontecer, no final vão todos para o céu da minha boca.
– Parece impossível – disse o Coelho. – Devoraste essa gente toda. Não te sentes pesada?
– Nem um pouco. Mesmo os maus agradaram-me. Alguns, foi a primeira vez que gostei deles.
O Coelho já estava a sentir comichões e afastou-se mais. Depois, perguntou:
– Já comeste algum livro que fale do dia em que o mar invadiu a mata?
– Que livro é?
– Não sei.
– Já comi umas páginas de O velho e o mar. Será esse?
– Falava do mar a invadir a Mata dos Medos?
– Não me lembro, mas acho que não.
Vai ver também é porque, mesmo falando de histórias, não dá pra citar O Velho e o Mar sem ao menos rever esta belíssima versão de Alexander Petrov (que em 2000 levou o Oscar de melhor curta de animação). E que, de certa forma, tem tudo a ver com a Mata dos Medos, desta vez sem o “é” aberto. Não?
Fotografias Zito Colaço
LoveTreesProject
domingo, 15 de janeiro de 2012
1º Evento LOVETREES - Sensibilização e Conservação da Natureza "com ARTE". - 11FEV21H em Almada.
1º Evento
LOVETREES - Sensibilização e Conservação da Natureza "com ARTE".
Apresentação do projecto LoveTrees ao público em Geral.
Local - CINEINCRIVEL, em Almada.
Facebook - http://www.facebook.com/ cineincrivel
Dia - Sábado, 11 de Fevereiro de 2012
Programa
21h00m - Abertura
22h00m - Inauguração da Exposição de Fotografia LoveTrees
LOVETREES - Sensibilização e Conservação da Natureza "com ARTE".
Apresentação do projecto LoveTrees ao público em Geral.
Local - CINEINCRIVEL, em Almada.
Facebook - http://www.facebook.com/
Dia - Sábado, 11 de Fevereiro de 2012
Programa
21h00m - Abertura
22h00m - Inauguração da Exposição de Fotografia LoveTrees
22h15m - Apresentação do projecto LoveTrees por Nuno Miguel Dias - Jornalista
22h30m - Apresentação do filme(teaser) LoveTrees por Nuno Costa - Produtor/Guionista
22h45m - Apresentação da caminhada LoveTrees por Zito Colaço - Jornalista/Repórter Fotográfico
23h00m - Slide show de imagens da Reserva Botânica Mata Nacional dos Medos
22h30m - Apresentação do filme(teaser) LoveTrees por Nuno Costa - Produtor/Guionista
22h45m - Apresentação da caminhada LoveTrees por Zito Colaço - Jornalista/Repórter Fotográfico
23h00m - Slide show de imagens da Reserva Botânica Mata Nacional dos Medos
23h00m - Música ao vivo com os Orn Spirit - O Povo das Árvores
00h30m - Dj Carlos Didelet (Set"Indie-Alternativo" com muitos sons de África e Médio-Oriente).
02h00h - Fecho
Presenças
Nuno Miguel Dias, Nuno Costa, Carlos Didelet, Luis Cabrita, Bruno Silva, Sandra Gonçalves, Mónica Mirpuri Matias, Ana Marin, Paulo Pereira Gomes, Luis Figueira, Rui Sousa, Pedro Gomes, Carmo Ascenso, Artur Lourenço, e todos os outros.
00h30m - Dj Carlos Didelet (Set"Indie-Alternativo" com muitos sons de África e Médio-Oriente).
02h00h - Fecho
Presenças
Nuno Miguel Dias, Nuno Costa, Carlos Didelet, Luis Cabrita, Bruno Silva, Sandra Gonçalves, Mónica Mirpuri Matias, Ana Marin, Paulo Pereira Gomes, Luis Figueira, Rui Sousa, Pedro Gomes, Carmo Ascenso, Artur Lourenço, e todos os outros.
Obrigado
LoveTrees
Zito
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
LOVE TREES PROJECT
LOVE TREES PROJECT
A FLORESTA
A Floresta. Assim, com maiúscula. Esse lugar mágico que já existia antes da humanidade e que, por isso, começou por inspirar medo. Lugar onde habitavam mil e um perigos que, só muitos milhares de anos depois, dominámos. Ficou, para sempre, a aura mágica. Os seres mitológicos, as lendas e os contos populares que as brumas matinais envolvem separam-nos de um mundo que adoramos mas que não é o nosso. Os mistérios que a floresta encerra exercem sobre nós, ainda hoje, como desde sempre, um fascínio que se adensa quanto mais nos afastamos dela, em direcção às cidades. A Floresta começou por ser ameaça, depois fonte de alimento e hoje é, para uns, um recurso e, para outros, uma fonte de inspiração, um mundo fantástico e desconhecido à espera de ser explorado.
Um dia, Zito Colaço foi à floresta, à Mata dos Medos. Como sempre fizera desde criança. Mas as circunstâncias eram outras. Agora, precisava de um refúgio. Encontrou-o. Decidiu conhecê-lo profundamente, desvendar-lhe os segredos mais íntimos, estabelecer uma relação. Que se tornou tão próxima quanto natural. Nasce, assim, o Projecto Love Trees. Árvores do Amor. Amor como em altruísmo. Dá-lo sem exigir nada em troca. Como a Floresta sempre fez pelos humanos.
O ZITO
Zito Colaço, como é conhecido profissionalmente, nasceu, afinal, Luis Alexandre dos Santos Colaço, em Almada de 77. Cedo percebeu que mexia com fotografia e era a fotografia que mais mexia consigo. Por altura do serviço militar obrigatório trocava, à socapa, a limpeza da G3 pela clássica Canon AE1 e produziu, na semana de campo, um dos seus primeiros trabalhos. Em 95 foi instruendo no Instituto Português de Fotografia e, logo nos três anos que se seguiram, publicou no Correio da Manhã, Diário de Notícias, Forum Ambiente, Super Foto Práctica e exerceu, para além disso, a função de editor do suplemento Gentes e Locais da Revista Lusophia. Com Doze anos de Carteira Profissional de Jornalista como repórter-fotográfico, trabalha desde 1999 no Grupo Impala e publicou trabalhos na National Geographic - Portugal, Jornal de Notícias, Time Out. Natura Hoy (Espanha), Díario Digital, Focus, Ego, A Próxima Viagem, entre outras.
Foi o criador do projecto Bilma - Agência de Comunicação da Natureza, Ao Pé do Mundo - Grupo de Caminhadas e Passeios Pedestres e Love Trees Project - Sensibilização e Conservação da Natureza.
O PROJECTO
O Projecto Árvores do Amor ou Love Trees Project pretende sensibilizar para a conservação e preservação da natureza e está associado a várias actividades neste âmbito, tais como, exposições de fotografia, palestras, workshops de fotografia de natureza, cursos de sobrevivência, actividades pedagógicas, música, organização de caminhadas e passeios pedestres, entre outras.
Este projecto pretende partilhar uma nova visão de conservar a natureza, defendendo e valorizando os princípios de actuação que contribuem para o desenvolvimento de uma consciência e de uma cultura ambiental mais sustentável.
A EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA
Temos neste momento disponível um equipamento de exposição e divulgação itinerante (Tenda com 8x4mt e 10 Fotografias LoveTrees 120X80cm).
http://lovetreesproject.
O LIVRO
Álbum de fotografias a Preto e Branco, de grande impacto visual e originalidade.
Componente Fotográfica: Zito Colaço é fotógrafo profissional e criou um estilo. Nesta edição, as imagens jogam com a abstracção das formas por forma a enaltecer a ecologia de uma forma subliminar. A floresta de pinheiros-mansos, árvore soberba, concede à faixa costeira portuguesa um encanto ímpar e é responsável por um dos mais singulares ecossistemas do mundo. Nenhuma outra capital europeia se pode orgulhar de ter algo como a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica e Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos a 15 minutos de distância. Porque a palavra “Sustentabilidade” é nova. Está na moda. E podemos agir, antes que nos tornemos “os outros”. Mas de uma forma original. Despertar as gentes para uma beleza natural que não é facilmente detectável. Porque, na Natureza, há pormenores que fogem aos mais atentos.
Componente Literária: Nuno Miguel Dias é jornalista. Nos últimos cinco anos, escreveu sobre viagens. E sentiu que seria importante não conotar a obra com ambientalismo. Não que não seja esse, afinal, o fim pretendido. Mas a mensagem tem de ser subliminar. Porque, gostemos ou não, aqui e por esse mundo fora, os ambientalistas são ainda tidos, por uma grande parte, como “uns loucos” que não olham a meios. Os textos inclusos nesta obra são curtos e espaçados, por forma a não “roubar” espaço às imagens, a principal componente do livro. Longe de tecnicismos enfadonhos que, normalmente, radicam numa apresentação pobre, são contos que, ao mesmo tempo que enquadram o leitor no tempo e no espaço, criam afectos com o objecto: as LOVETREES.
Plano:
Capa brochada, Papel Couchê, Formato A4
140 páginas distribuídas da seguinte forma:
1 - Introdução
2 – Prefácio
3 – 120 fotografias distribuídas por igual número de páginas e divididas em 5 grupos.
4 – 5 textos intercalando os 5 grupos de imagens.
5 – Currículos dos autores
Design:
Fotos sobre fundo preto, textos a branco sobre fundo preto.
A ENTREVISTA, A HISTÓRIA E O PASSEIO PEDESTRE LOVE TREES
Um safari pelas árvores do amor
Se já tem par, o passeio Lovetrees de domingo pode ser duplamente romântico. Se está solteiro, venha apaixonar-se pelas árvores da Mata dos Medos e, quem sabe, encontrar a sua cara-metade, sugere Catarina Mendonça Ferreira. Esta história não começa bem, mas tem um final feliz. Em 2005, Zito Colaço, fotógrafo profissional, teve uma depressão grave e teve de encontrar uma saída. Calhou ir à Alemanha, onde consultou um médico que deitou toda a medicação que lhe tinham receitado em Portugal para o lixo e lhe recomendou fazer desporto. “Chegado a Portugal, comecei a pensar no que é que podia encaixar no tempo livre que a minha profissão de fotógrafo me deixava disponível e lembrei-me de fazer caminhadas. Desta forma voltei a pegar no meu sonho de criança de ser fotógrafo da National Geographic e comecei a fazer caminhadas na natureza, aliando desporto e fotografia.
Há quem encontre ajuda para sair de uma depressão na religião, Zito Colaço não precisou de ir tão longe, encontrou-a na natureza e na mata de pinheiros-mansos da Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos, parte integrante da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica. Quando se sentia em baixo, ia para lá andar a pé com a máquina fotográfica. Começou por fotografar o que era mais comum: paisagens, animais, flores... Depois focou-se nas árvores e imaginava-lhes formas e nomes. Havia uma sereia, árvores a namorar e em forma de coração. Resumindo, tudo muito em volta do tema do amor. Aqui nasce a vontade de lançar um livro fotográfico sobre estas árvores, a que chamou de LoveTrees.
Mais tarde, em conjunto com um amigo, criou o Grupo de Caminhadas Ao Pé do Mundo e um passeio pedestre pela mata que se realiza na véspera do dia dos namorados, uma forma simbólica de se entrar na natureza. “Não vamos mostrar o passarinho X ou a flor Y, mas árvores com certas características que funcionam como a atracção da Mata. É como ir ao Kruger Park e ver os Big Five (leões, elefantes, rinocerontes, búfalos e leopardos), só que aqui as pessoas vêem árvores com formas peculiares e muitas até se assemelham a animais.” Um fenómeno que nada tem de paranormal. É facilmente explicado pelo vento que bate na arriba, obrigando as árvores a defenderem-se, tomando formas diferentes. “Tenho mais de 200 fotografadas e em 50 por cento dos casos é possível olhar para elas e perceber qual é o animal que a sua forma sugere. É daqui que surgem as histórias que compõem este passeio”, explica o fotógrafo.
É aconselhado aos participantes que levem máquina fotográfica para reforçar a ideia de safari fotográfico. “Assim já não cedem à tentação de levar nada que faça falta ao ecossistema, como souvenir”, brinca.
Este não será um passeio igual a tantos outros. Quando o assunto é amor, tem de haver alguma entrega. Não existe um guia oficial, mas um orientador, e nada será dado de mão beijada. Pelo contrário: todos os participantes serão estimulados de forma a encontrarem eles próprios pontos de interesse.
Predispor as pessoas a amar e conservar a natureza é um dos objectivos deste passeio. No fundo, funciona como um truque para despertar esse instinto de protecção e de respeito pela natureza, sem que nada seja forçado.
O 1º Passeio Pedestre Lovetrees realiza-se no domingo na Mata Nacional dos Medos. Não tem inscrição e é gratuito, basta aparecer pelas 10.00 e juntar-se ao grupo que vai estar no Parque de Merendas à entrada da Praia da Fonte da Telha, junto à G.N.R.
Como chegar: nos últimos semáforos da via rápida da Costa da Caparica, virar à esquerda, direcção Praia da Fonte da Telha e seguir sempre em frente até à Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos.
O FILME
Uma dor surda cresce na sombra. Lisboa já não é a cidade da luz diáfana, mas um labirinto trevoso sem ponto de fuga. A cidade, símbolo de progresso e civilização na tradição clássica, não passa hoje de um presídio de almas à deriva sujeitas à lei de Darwin, ao princípio sacrossanto de que só o mais forte sobreviverá. Uma náusea fria e cinzenta tolda os sentidos e depressa a confusão cognitiva e o vazio emocional tornam-se o cimento de um pânico crónico. Cimento real e metafórico que aprisiona corpo e espírito num colete de forças psíquico. Mas talvez haja um caminho de regresso à terra pura da liberdade. E para fazer o caminho é preciso atravessar uma ponte, onde as dúvidas e os medos acenam com os velhos fantasmas. Mas do outro lado da ponte, ultrapassando a vertigem do abismo, fechando os olhos e respirando fundo, abre-se um novo horizonte e insinua-se um sentido, tão fresco como uma manhã de Primavera. Na Mata dos Medos, pulmão verde da margem sul do Tejo, onde as árvores são seres vivos e pulsantes (ao contrário dos espectros fantasmagóricos que habitam a cidade) dá-se o reencontro com Gaia, a grande Mãe. E com Eros, a pulsão primordial, e sexual, vivificante na presença misteriosa de uma mulher enigmática... Afinal, a cidade podia ter tentado matar Deus e esvaziar os céus e a terra de sentido (Nietzsche dixit), mas o Amor não é facilmente aniquilável. E no regresso ao seio materno da natureza, o Amor faz-se anunciar de novo. Só que, enquanto o Amor de Gaia, a Mata dos Medos, é estabilizador e aconchegante, o Amor de Eros, o misterioso vulto feminino, é imprevisível nos seus desígnios.E da mesma forma com que se faz anunciar sem aviso prévio, também pode eclipsar-se como uma miragem etérea que joga às escondidas com a volatilidade do desejo humano.
A MENSAGEM
Por favor cuidem das árvores. As árvores cuidam de nós. Obrigado.
O BLOG
www.lovetreesproject.
COMO COMEÇOU...
http://youtu.be/Cjiojz0ufXo
quarta-feira, 13 de julho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
LoveTrees Project recebe o PAN na Mata dos Medos.
Love Trees Project recebe o PAN na Mata dos Medos.
O Grupo Love Trees recebeu no passado domingo, dia 15, pelas 10 horas da manhã, na Reserva Botânica da Mata Nacional dos Medos, parte integrante da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, os representantes e respectivo líder, professor Paulo Borges, do novo partido político PAN. Em causa tiveram questões relacionadas com o futuro abate de pinheiros-mansos bicentenários, aquando a construção de uma estrada prevista para aquela zona. Houve também oportunidade para falar um pouco deste projecto, bem como mostrar parte das suas principais atracções, as LoveTrees.
O PAN no Distrito de Setúbal foi descobrir as principais dificuldades c/que a zona se debate, de que se destaca a construção da Estrada Regional 377-2. Há a apontar inúmeras irregularidades de concepção e planeamento, afectará ñ só a Mata dos Medos e a Arriba Fóssil da Costa de Caparica mas ainda terras da Reserva Agrícola Nacional, que dão hoje um contributo significativo à economia alimentar da região.
Fotografias Carlos Sena
PAN - Partido pelos Animais e Pela Natureza
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