segunda-feira, 17 de abril de 2017

Pedras Salgadas - Lugar de ninhos modernos.

 Pedras Salgadas
Paragem obrigatória! No concelho de Vila Pouca de Aguiar situa-se um parque com 8 km de caminhos, com jardins deslumbrantes, uma pequena lagoa tranquila e as famosas Eco-houses que se fundem com o parque, numa harmonia entre o moderno e o natural. São como ninhos numa floresta centenária improvisada, antiga, com alma. Ninhos desenhados de forma criativa que flutuam, enraizando os seus alicerces na terra selvagem. São casas nas árvores numa versão moderna de conforto e sofisticação, sem agredir a paisagem natural e respeitando as suas águas termais. Local ideal para relaxar perto do mundo natural, com passeios pedestres e animação garantidos.
Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço






quarta-feira, 22 de março de 2017

LAND ART ZITO COLAÇO #4


Dia 21 de Março - Dia da Árvore e da Floresta 

A Primavera apresentou-se ao mundo e era tempo de festejar o Dia da Árvore e da Floresta. Era tarde e tínhamos um horizonte de mar e mata que nos agarrava o momento e gravava a imensidão no olhar. E se as palavras o vento leva, a memória deste festejo íntimo permanece ancorada entre as pedras do caminho e as conchas salgadas que a maré alta nos traz. Porque a vida é movimento, é persistência, e é fé em terra firme plantada, e nós só temos de a deixar crescer, porque quando a semente é boa a história flui, realiza-se e permanece.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço



"Cobra-de-pinhas" no Carvalhal

Cobra de pinhas
Qualquer deserto improvisado nos permite soltar a criança interior que dentro de nós implora por entrar nesta fusão perfeita entre a arte e a natureza. A obra nasce da entrega e sinergia dos materiais e da criatividade feliz de pensar fora da caixa, e criar paisagens pessoais para serem partilhadas na sua efemeridade incontornável. A meio de uma caminhada intensa pelos trilhos do Carvalhal surgiu-nos esta cobra do deserto plantado em frente ao mar, sonhada com as pinhas que se ofereceram inesperadamente para se transformarem pela nossa imaginação nesta companheira de viagem. A cobra, símbolo de renascimento, renovação, força vital, mistério e tentação, espelha bem o espírito livre e selvagem que nos guia e nos faz caminhar lado a lado.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço



Assobiador – o sobreiro mais produtivo de Portugal

Assobiador – o sobreiro

O nome é oficial. Este sobreiro assobia-nos milhares de vozes e de asas e de vida escondida em cada uns dos seus galhos. Imponente e valioso, é o maior produtor de cortiça de Portugal. Reza a lenda que é uma árvore casamenteira, abençoando os casais que lhe pedem a sua proteção. Mesmo em dias silenciosos, somos recebidos de alma aberta e presenteados por um encanto indiscutível. Transparece pureza no seu aspecto rústico e sóbrio, sendo classificada como Árvore Nacional de Portugal.
Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço



terça-feira, 21 de março de 2017

Moinho da maré da Mourisca


Moinho da Maré das Mouriscas
Sabe a passeio, a descontração e a tranquilidade. Visitar o Moinho da Maré nas Mouriscas oferece-nos as asas do conhecimento sobre as espécies que dão vida à terra, que habitam o mundo natural que nos circunda e que coabita amigavelmente com o ser humano. Num ambiente descontraído mistura-se a Natureza com história, a observação das aves com a boa disposição das pessoas que se aproximam deste oásis no estuário do Sado. Reconstruído nas vizinhanças dos arrozais, este espaço oferece-nos uma paisagem privilegiada para passeios pedestres, o museu e espaços de formação e de lazer.


Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço









Areias Encantadas do Carvalhal



Areias encantadas do carvalhal


O Sol pulsa com mais alma nas areias brancas do Carvalhal. Entre a mata e a praia, a poesia rima nos trilhos inesgotáveis da paisagem que se estende para além do horizonte. A Serra da Arrábida acena ao longe, sorri nas ondas que se juntam no areal inesgotável e transbordam na pele e na alma de quem ousa sentir a energia positiva deste lugar. A primavera aparece de mansinho entre as árvores que artisticamente declamam versos salgados que sabem a-mar. Há um bailado que vive em cada ser vivo que se exprime nas areias encantadas do Carvalhal, e a alegria flui, e o mundo converte-se numa verdadeira obra de arte.
Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço














segunda-feira, 20 de março de 2017

Monte Esquecido - Lagoa de Santo André


Monte esquecido – Lagoa de Santo André

Há sítios que nos assentam como uma luva. E depois há o momento certo. E, excepcionalmente, há a conjugação do lugar ideal no tempo perfeito. Mas acontece. E podemos fazer acontecer. Na Lagoa de Santo André o feitiço aconteceu-nos. Porque o segredo é querer e sonhar. Sonhar a paisagem que nos preenche por dentro e torná-la real, acolher a plenitude de todos os pequenos milagres que a vida nos oferece. É esta a missão de qualquer sonhador nato. Saborear cada raio de luz que nos aquece a alma, cada pedaço de eternidade que nos toca na pele. Lembrar cada monte mágico que a vida quotidiana nos faz esquecer. Despir os pesos da alma e deixá-los do lado de fora. Pensar menos. Sentir mais. Transformar.

Texto Ana Carina Sanches

Fotografias Zito Colaço




LAND ART ZITO COLAÇO #3

Land art de Zito Colaço e Ana Carina Sanches Plantámos luz, pintámos na terra o tesouro do sonho, da partilha e da verdade, e festejámos o fim de mais um Inverno. Raios de Sol que são o teto de um calor que faz o nosso caminho. Que a Primavera chegue esplendorosa e reafirme em cada passo que a vida não é só escuridão. Que cada novo dia plante em cada um de nós a certeza dourada de que melhores dias virão.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografia Zito Colaço

quarta-feira, 1 de março de 2017

Fortaleza de Juromenha - No Coração do Alentejo



No coração do Alentejo existe uma fortaleza colorida de Primavera em dia de tempestade. Cheira a Paz e a trabalho árduo nos campos pintados no horizonte, nas margens de um rio que leva na sua correnteza o lado duro da vida. Da terra urge a Natureza firme e livre, que segura um céu carregado de desejos e de história, guardada nas asas da cegonha que voa em torno de um futuro dourado. Tudo flui e tudo se liga e a vida acontece num ritmo morno e compassado de quem saboreia os recantos escondidos de Portugal.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço