Fotografias Zito Colaço
sábado, 13 de agosto de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
25#I Love Trees Portugal - Junta-te a nós!
"We are branches of the same old tree" Árvore , tal como o ser humano começa por ser semente. Fixa-se à terra (Gaya) tal como um feto ao útero da sua mãe. Desenvolve-se. Expande-se. Expande as suas raízes (para baixo), expande os seus ramos e folhas (para cima). Assim deverá ser o ser humano, bem enraizado na terra e de consciência expandida para o Universo. A meu ver, por mais que as condições exteriores sejam adversas, a árvore e o Homem devem manter-se firmes nos desafios e provações. Pedras, fragmentos de minerais ou rocha que nos sustentam, que emanam sensação de poder e segurança. Embora resistentes, também se desgastam. ocorre-me fazer a analogia com o ser humano, mais uma vez....Para quê a rigidez de pensamento, de atitude se no final o desgaste nos vence. A pedra é dura mas também sofre desgaste. A pedra lembra-me a importância de se ser firme e coerente mas também da flexibilidade na vida. A minha experiência neste nobre projecto serviu para materializar em fotografia a conexão que já sinto a natureza, em especial com árvores, esses seres sábios! Obrigada Zito Colaço
Texto Teresa Peral
Fotografias Zito Colaço
quarta-feira, 20 de julho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Zito Colaço na região de Essounne, em França, a aprender umas "coisas" de fotografia e de árvores.
O meu obrigado a todos aqueles que tornaram esta minha visita relâmpago, muito amável e bastante produtiva. Muito obrigado Turismo de Essonne. Merci beaucoup!
21#I Love Trees Portugal - Junta-te a nós!
Esta sessão faz-me recordar o tema “Jardins Proibidos” (Paulo Gonzo), o tanto que guardamos e o que mais queremos guardar. Perante uma objectiva que desvenda, que revela, mistura-se o guardião com o guardado, o forte com o frágil, a segurança com a instabilidade. Somos feitos dessa seiva da verdade, mas jogamos “às escondidas” para fugir da fragilidade.
Sou dona do tempo, dona da floresta
Dona de tudo e dona de nada
Cabe-me cuidar sem ter, ser sem pertencer
Sei de guardar e proteger o que é meu sem meu ser.
Sei de agradecer
o sol que aquece
a árvore que resiste
o mar que alimenta
a natureza que a tudo assiste.
Existe amar sem despertar?
Texto Rita Nobre Luz
Fotografias Zito Colaço
20b#I Love Trees Portugal - Junta-te a nós!
Na Mata dos Medos. Será que aqui morrem os medos? Será que podemos matar o medo? Talvez o Medo só precise de inspiração para ser Amor. Talvez a vida só precise de contemplação para aceitar a sorte. Talvez uma raiz precise dos seus ramos para encontrar o norte. Danço que balanço, balanço que danço. Abraço que toco, toco que abraço. Treme que mexe, mexe que treme. Descoberta a alma incerta. Aberta.
Texto Rita Nobre Luz
Fotografias Zito Colaço
20#I Love Trees Portugal - Junta-te a nós!
O encontro com a Natureza relembra-me de que não existimos enquanto entidades separadas do planeta e do universo, apesar de vivermos com essa presunção. O encontro com as árvores recorda-me a perfeição da matéria de que somos feitos, da lei da vida e da morte, das capacidades de ser raíz, de ser projeto, de ser forte, de ser flexível, de contemplar, de existir sem julgar, de proteger, de inspirar! O encontro com a floresta lembra-me do medo do escuro, do medo da luz mas também da resiliência perante as tempestades.
O encontro com a Natureza também é o reencontro com a natureza humana, colectiva e individual. É o regresso à nossa natureza selvagem, à nossa natureza original, à nossa verdadeira natureza. Não é por acaso que utilizamos a palavra natureza para o planeta e para a nossa forma de ser, que às vezes deixamos que se perca em prol da sociedade.
Sensibilizar para a conservação da Natureza não é ser solidário com uma causa nobre, filantropo ou caridoso. É reconhecer que fazemos parte dela e que ela faz parte de nós, que somos responsáveis pelo mundo em que vivemos, que somos uma ínfima parte mas também uma parte gigante se nos unirmos.
Zito, cada vez que mobilizas uma pessoa que seja para partilhar esta tua paixão, esta cresce e chega mais longe. É contagiante. Cada vez que uma porta se fecha, ela fecha depois de te ouvirem. A semente fica lá. O resto é com a Natureza... Como sempre.
Texto Rita Nobre Luz
Fotografias Zito Colaço
sábado, 21 de maio de 2016
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