terça-feira, 21 de março de 2017

Moinho da maré da Mourisca


Moinho da Maré das Mouriscas
Sabe a passeio, a descontração e a tranquilidade. Visitar o Moinho da Maré nas Mouriscas oferece-nos as asas do conhecimento sobre as espécies que dão vida à terra, que habitam o mundo natural que nos circunda e que coabita amigavelmente com o ser humano. Num ambiente descontraído mistura-se a Natureza com história, a observação das aves com a boa disposição das pessoas que se aproximam deste oásis no estuário do Sado. Reconstruído nas vizinhanças dos arrozais, este espaço oferece-nos uma paisagem privilegiada para passeios pedestres, o museu e espaços de formação e de lazer.


Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço









Areias Encantadas do Carvalhal



Areias encantadas do carvalhal


O Sol pulsa com mais alma nas areias brancas do Carvalhal. Entre a mata e a praia, a poesia rima nos trilhos inesgotáveis da paisagem que se estende para além do horizonte. A Serra da Arrábida acena ao longe, sorri nas ondas que se juntam no areal inesgotável e transbordam na pele e na alma de quem ousa sentir a energia positiva deste lugar. A primavera aparece de mansinho entre as árvores que artisticamente declamam versos salgados que sabem a-mar. Há um bailado que vive em cada ser vivo que se exprime nas areias encantadas do Carvalhal, e a alegria flui, e o mundo converte-se numa verdadeira obra de arte.
Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço














segunda-feira, 20 de março de 2017

Monte Esquecido - Lagoa de Santo André


Monte esquecido – Lagoa de Santo André

Há sítios que nos assentam como uma luva. E depois há o momento certo. E, excepcionalmente, há a conjugação do lugar ideal no tempo perfeito. Mas acontece. E podemos fazer acontecer. Na Lagoa de Santo André o feitiço aconteceu-nos. Porque o segredo é querer e sonhar. Sonhar a paisagem que nos preenche por dentro e torná-la real, acolher a plenitude de todos os pequenos milagres que a vida nos oferece. É esta a missão de qualquer sonhador nato. Saborear cada raio de luz que nos aquece a alma, cada pedaço de eternidade que nos toca na pele. Lembrar cada monte mágico que a vida quotidiana nos faz esquecer. Despir os pesos da alma e deixá-los do lado de fora. Pensar menos. Sentir mais. Transformar.

Texto Ana Carina Sanches

Fotografias Zito Colaço




LAND ART ZITO COLAÇO #3

Land art de Zito Colaço e Ana Carina Sanches Plantámos luz, pintámos na terra o tesouro do sonho, da partilha e da verdade, e festejámos o fim de mais um Inverno. Raios de Sol que são o teto de um calor que faz o nosso caminho. Que a Primavera chegue esplendorosa e reafirme em cada passo que a vida não é só escuridão. Que cada novo dia plante em cada um de nós a certeza dourada de que melhores dias virão.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografia Zito Colaço

quarta-feira, 1 de março de 2017

Fortaleza de Juromenha - No Coração do Alentejo



No coração do Alentejo existe uma fortaleza colorida de Primavera em dia de tempestade. Cheira a Paz e a trabalho árduo nos campos pintados no horizonte, nas margens de um rio que leva na sua correnteza o lado duro da vida. Da terra urge a Natureza firme e livre, que segura um céu carregado de desejos e de história, guardada nas asas da cegonha que voa em torno de um futuro dourado. Tudo flui e tudo se liga e a vida acontece num ritmo morno e compassado de quem saboreia os recantos escondidos de Portugal.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço








domingo, 26 de fevereiro de 2017

Na rota do Amor da Arriba Fóssil da Caparica



Na Reserva Botânica da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica a beleza pura da Natureza transforma as nossas preocupações em momentos coloridos de Paz e Alegria. Com o ar puro a encher-nos os pulmões e a alma, os nossos pés levam-nos a lugares de encantamento garantido, ao ritmo a que somos inundados pela adrenalina da brisa que nos renova o ânimo e nos devolve a energia perdida nas grandes cidades. A Paisagem oferece-nos a magia de árvores únicas que comunicam connosco, que dançam, que vivem num movimento desconcertante que desafia a nossa criança interior e liberta as suas dores, as mágoas e as limitações, devolvendo-nos com serenidade o poder pessoal e os recursos que habitam dentro de nós para saborearmos o nosso lugar ao sol. Nesta paisagem há um lugar que brilha para cada um de nós, que espera a oportunidade de renovar a luz que resplandece em cada olhar. A mata recebe-nos de braços abertos, e nós regressamos de coração cheio.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço















LAND ART ZITO COLAÇO #2


"Land Art", de Zito Colaço e Ana Carina Sanches

Plantar com Amor (14 de Fevereiro) Porque cada dia nos oferece 86 400 segundos para sermos felizes. Porque há dias em que se celebra o Amor, e a Terra pede manifestações deste afeto divino pela Natureza. Os tambores ressoam numa festa tribal que acontece dentro do verde que se planta, que se sente, que se partilha e que nos transborda. O Amor celebra-se todos os dias, em cada segundo, em cada vibração das batidas do nosso coração. Porque não vamos perder tempo para sermos felizes. Porque cada segundo é tempo de plantar a felicidade, o amor, o presente e o futuro.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografia Zito Colaço

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Banyan da Gulbenkian - A àrvore que dá colo


A àrvore que dá colo Há àrvores que nós escolhemos mas também há as que nos escolhem. As velhas amizades, enraizadas, que não fogem e nos acolhem sempre com a mesma intensidade e ternura. Raízes que nos abraçam e nos dão colo, o carinho de quem está sempre ali à nossa espera… jardins urbanos cheios de alma, caminhos que se colam aos nossos passos e nos fazem sentir plenos de magia e de sonhos e chão. A felicidade estampada na sinergia deste momento, improvisada como a floresta que enche de cor um inverno contemporâneo, escolheu-nos para o aconchego que se agarra a nós e permanece.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografia Zito Colaço

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

"Javalis na Mata"...



Javalis na mata A noite estava escura e a mata irresistivelmente selvagem. Escondido na penumbra saltou aos nossos olhos um vulto desenhado de luz e brilho. A magia do imprevisível a pairar nas sombras da curiosidade renasceu em cada raio de sol do dia seguinte. E ali estava a família, a comunhão e a doçura traçada numa casa que habita em cada ser da floresta. Aceitámos o convite a sentir a vida não domesticada, o vento não urbanizado, os caminhos menos percorridos. Imagens livres na mata, família solta nas nossas mentes, a união, a proteção, a presença e o sentimento de pertença, no enquadramento do inesperado que esperava ser visto, sentido e imortalizado.

Texto Ana Carina Sanches
Fotografias Zito Colaço

 Parabéns ao autor pelas belas obras de arte.